Summer Trips NZ: Waiheke Island

Voltamos com mais uma dica pra aproveitar esse verãozão (!?) aqui na Nova Zelândia! Dessa vez pegamos o Ferry e partimos pra conhecer a Waiheke Island, uma ilha localizada a 35 minutos de viagem por ferry de Auckland.

É possível pegar o ferry a partir do centro da cidade, mas se você estiver em North Shore vale a pena pegar o ferry a partir de Devonport. O preço da passagem é o mesmo, 36 dólares nz ida e volta, mas vale ficar ligado em sites como o GrabOne que costumam oferecer alguns tickets com desconto, principalmente fora de temporada.

Pois bem, pegamos a ferry de Devonport por volta das 9am. Chegando em Waiheke, pegamos um ônibus em direção a Onetangi Beach, uma praia um pouco mais afastada, mais tranquila e mais bonita do que a movimentada Oneroa Beach.

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Onetangi Beach

Passamos a manhã curtindo a praia e quando a fome bateu pegamos o ônibus de volta e paramos para comer no Frenchôt, uma creperia daquelas que só um local poderia nos recomendar, localizada em Surfdale. Apesar de cara, como quase tudo na ilha, provamos e aprovamos o crepe e o quiche sentados no aconchegante jardim do restaurante, tomamos uma cerveja e seguimos de volta para Oneroa, a região mais movimentada da ilha, com muitos comércios, bares e restaurantes.

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Entrada do Frenchôt
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Área externa

Caminhamos um pouco pelas lojinhas e paramos pra tomar o concorrido sorvete do Island Gelato. Seguimos em direção a praia de Oneroa, muito mais movimentada do que Onetangi, já que muitos barcos de passeio param ali na baía.

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Island Gelato Co.

Ao voltar para Matiatia Bay, de onde saem os ferrys de volta pra Auckland, paramos pra comer alguma coisa e tomar mais uma cerveja.

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Estrutura montada logo na chegada a Waiheke, onde termina a Sculpture Walk

Ainda deu tempo de fazer a famosa Sculpture Walk, uma exibição de esculturas a céu aberto, onde você literalmente caminha por 2 km por uma trilha contemplando vistas incríveis e esculturas que se misturam na natureza. Pra chegar no início da trilha é preciso pagar um transfer de ônibus no valor de 5 dólares nz e mais uma doação simbólica (não obrigatória) onde você ganha uma pulseira de borracha.

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Uma das esculturas da Sculpture Walk

Precisamos correr um pouco pra terminar a caminhada em cerca de 1 hora, já que o último ferry para Devonport sairia as 06:15pm.

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Última escultura do passeio

Voltamos para Auckland com a sensação de que ainda temos muito pra conhecer em Waiheke com por exemplo as inúmeras vinícolas da ilha. Possivelmente voltaremos com mais tempo, talvez para dormir uma noite na ilha, conhecer algumas vinícolas e outros cantos escondidos e, obviamente, contar tudo por aqui!

Summer Trips NZ: Omaha Beach

Omaha é uma cidadezinha praiana localizada a apenas de 1 hora de Auckland (74km). Destino popular de férias e final de semana dos kiwis, a praia é bem selvagem, longa, espaçosa, areia branquinha, mar calmo de água cristalina e muitas conchas.

Esse verão da Nova Zelândia tá demorando pra engrenar, mas timidamente os dias de sol e calor estão começando a dar as caras. E aí não tem como ficar parado com tantos lugares pra explorar perto de Auckland, então nos nossos dias de folga estamos sempre dando uma escapada pra conhecer um lugarzinho diferente. E por que não compartilhar as dicas das nossas Summer Trips aqui com vocês?!

Nosso primeiro destino foi Omaha Beach!

A praia é bem deserta e por aqui não existem ambulantes (#obrigadasenhor) ou barracas na praia, então se bater a fome, existem algumas lojinhas e um café na entrada principal da praia, mas nós sempre preferimos levar nossos snacks e bebidas.

Dica NMN: pela proximidade, nós recomendamos uma parada na vila de Matakana pra tomar um sorvete de frutas orgânicas feito na hora ou tomar uma cerveja em um dos pubs da vila.

E aí, curtiu o passeio?

Então fica ligado que vai ter muito mais!

All Blacks x Australia

Desde o dia em que pensamos em nos mudar pra Nova Zelândia tínhamos esse desejo: Assistir um jogo do All Blacks no estádio.

 

O dia era 22 de Outubro de 2016. O local, Eden Park Stadium em Auckland. O jogo, All Blacks x Australia, a maior rivalidade do Rugby mundial. O ambiente do estádio era bastante familiar, apesar da rivalidade entre as duas equipes. O resultado, 37 x 10 pra “nós”, o que assegurou um recorde de 18 vitórias consecutivas, a maior sequência da história do rugby mundial (nem dá pra tirar onda de pé quente)!

Apesar de ainda não conhecermos todas as regras do jogo, deu pra curtir e se envolver com a partida. Além disso, assistir ao vivo uma das equipes esportivas mais dominantes de todos os tempos não tem preço!
Se você tiver essa oportunidade, não perca!
O rugby faz parte da cultura kiwi tanto quanto o futebol faz parte da nossa. Mas fique ligado na venda dos ingressos pois eles se esgotam muuito rapidamente.

No mais, assista o vídeo e veja nossas reações e um pouco da atmosfera do estádio.

Até a próxima!

Mudamos de Casa!

Se você já nos acompanha ou leu alguns posts anteriores sabe que passamos boa parte desses últimos 6 meses morando em um studio (quarto/cozinha/banheiro) no centro da Auckland. O contrato que fechamos pelo studio era de 6 meses e já estava chegando ao fim, então era hora de decidir se ficaríamos mais 6 meses ali ou procuraríamos um novo lar. Bom, pelo título do post spoiler alert você já deve imaginar qual foi a decisão.

Sim, decidimos procurar um novo teto e vamos contar como foi o processo. Primeiramente, vamos aos principais motivos que nos fizeram decidir sair do nosso studio.

Custo de vida no centro de Auckland

Viver no centro tem suas vantagens, é perto da nossa escola, das principais estações de trem e de ônibus, restaurantes e parques. Mas tudo isso tem um preco. E no nosso caso o preço veio em forma de conta de energia e de água/gás. Além do nosso aluguel de $340 por semana (na verdade era $390 mas alugavamos nossa garagem por $50), pagávamos mensalmente em torno de $100 de energia e $80 de água/gás, sem contar os $75 de internet. Pesquisamos um pouco e concluimos que poderiamos pagar o mesmo valor de aluguel com todas essas despesas inclusas.

Estilo de vida

Somos de São Paulo e sabemos como é morar numa grande cidade. Quando escolhemos vir pra Nova Zelândia tínhamos como objetivo principal deixar pra trás a correria da cidade grande. Por mais que Auckland seja a maior cidade da Nova Zelandia, existem muitos bairros residenciais tranquilos, sem prédios, casas sem portões e bastante verde. Diferentemente do centro, que é como qualquer centro de cidade grande, com muitos prédios, muita gente, e pouca convivência com o inglês nativo. Como diria a Stella, “nada a ver”!

Custos de ter um carro

A nossa Ravinha ❤
Decidimos comprar um carro pra faciliar nossa vida por aqui. O transporte público, apesar de eficiente, ainda é bastante limitado e chegar em alguns lugares pode custar horas do seu dia se você depender apenas de trem e ônibus. Com a compra do carro perderíamos a receita do aluguel da nossa vaga, o que acrescentaria $200 mensais nas nossas depesas.

Quando iniciamos nossa procura pela nova casa, consideramos as seguintes opções: encontrar uma unit como eles chamam aqui, que nada mais é do que um puxadinho espaço auto-sustentável (com banheiro e cozinha próprios) dentro de uma outra casa, ou dividir a casa com outras pessoas, algo que é muito comum por aqui já que geralmente as casas são bem grandes e as famílias nem tanto.

Optamos por procurar uma casa para dividir, porquê depois de 6 meses morando num “quarto” queríamos mais espaço. Além disso, acreditamos que a convivência com outras pessoas podia ser bom pro nosso inglês e pra ampliar nosso “network”. Usamos basicamente o TradeMe pra procurar as casas, ja que eles tem uma sessao especialmente pra esse tipo de moradia, o Flatmates Wanted. Nosso critério de seleção foi o seguinte:

  • Preço: entre $300 e $400 com as contas inclusas.
  • Localização: próxima ao trabalho de um de nós dois.
  • Língua: inglês como língua oficial da casa, de preferência nativo.
  • Privacidade: banheiro exclusivo ou bom espaco privativo.

A primeira casa que nos interessamos, um anúncio de uma família do tipo “comercial de margarina”, nem chegamos a visitar. Chegamos tarde, logo que entrei em contato fui informado que havia uma pessoa interessada e me avisariam caso ela desistisse. Não aconteceu.

Visitamos também uma casa em Takapuna, vista pro lago, porém antiga, um pouco mal cuidada e que não atendia nossa exigência em relação a língua, já que a dona/locatária era chinesa.

Depois disso visitamos 2 casas na região de Glenfield/Hillcrest, bem próximas ao meu trabalho. Gostamos das duas, os preços eram similares e estava bem difícil de decidir. No entanto, mais uma vez chegamos tarde em uma delas e outra pessoa que já tinha visitado decidiu ficar com a suíte, o que facilitou nossa escolha pela outra casa.

Nossas visitas foram sempre bem rápidas. Rolava aquele tour básico pelas instalações, falávamos do preço e conversávamos um pouco pra mostrar o quanto somos legais e seríamos ótimos flatmates 😇. Brincadeiras a parte, sempre procurávamos conversar pra saber se rolava alguma empatia logo de cara, afinal ninguém quer viver numa casa com pessoas que não tem o mínimo em comum.

Pra fazer a mudanca usamos a Ravinha. Como deu pra ver no vídeo, usamos mesmo! Foram 3 viagens pra conseguir levar tudo do studio pra casa nova. Não parece mas em 6 meses acumulamos algumas coisas como utensílios de cozinha, uma mesa dobrável, caixas, uma bike, uma estante… fora tudo que trouxemos do Brasil.

Essa é a nossa segunda semana morando na casa nova e estamos curtindo bastante. Nosso quarto é bem privado, temos bastante espaço e os donos da casa são ótimos, um casal (kiwi/americana) bem tranquilo e sociável. Também mora na casa um outro rapaz americano, parente da dona, que tem os horários tão diferentes dos nossos que só nos encontramos 2 vezes! A vizinhança é bastante verde e continuamos tendo tudo por perto (mercados, lojas, trabalho… eu ouvi fabrica de sorvete 🍦?). Agora a Stella vai de carro pro trabalho e eu vou de bike ou a pé. Continuamos cozinhando e fazendo tudo que fazíamos no nosso antigo studio, porém numa casa muito mais equipada e com muito mais espaço. Pagamos $330 por semana com todas as despesas inclusas, o que irá nos gerar uma economia mensal de aproximadamente $300.

E viveram felizes para sempre…. (calma, ainda não)

Quer saber mais sobre moradia na NZ, clique AQUI!

Curiosidade é a coisa mais poderosa que você possui.

Há 4 anos atrás, o diretor de cinema canadense James Cameron (Avatar, Titanic, Terminator) e sua esposa Suzy escolheram a Nova Zelândia como segundo lar.

Inspirados pela exuberância natural do país, eles se uniram ao departamento de Turismo da Nova Zelândia e criaram uma série de vídeos para provocar a curiosidade do espectador e divulgar o turismo por aqui.

Os vídeos são incríveis! Veja mais aqui no 100% Pure New Zealand.

Rotorua + Huka Falls em 2 dias

É verdade que ultimamente estamos bastante ocupados entre estudo, trabalho e aprender a viver em outro país. Mas isso não é motivo pra deixar de viajar, não é mesmo? Ainda mais estando num pais como a NZ, com tanta coisa pra ver!

E foi assim que decidimos ocupar os 2 únicos dias que tivemos livre em uma semana de férias da escola com uma viagem curtinha até Rotorua, passando por Blue Springs e dando uma esticadinha até Taupo pra ver a Huka Falls e o Lake Taupo.

Se voces acompanharam os últimos posts já sabem que escolhemos alugar um carro, apesar das várias opções de bus tour saindo de Auckland. De Auckland a Rotorua são 230km e cerca de 3h dirigindo por belas paisagens. A vantagem é a liberdade de escolher seus horários e roteiros, além de ser possível encontrar ótimos preços e dividir o valor do aluguel do carro (pagamos 60nzd por 2 dias). Caso vc não tenha carta, tenha medo de dirigir na mão inglesa, ou prefira um pacotão pronto, dá uma olhada nesses sites: Bookme, Mana Tours, Kiwi Experience e Naked Bus.

Blue Spring

Parada estratégica faltando 40km pra chegar em Rotorua. Em Putaruru, região de South Waikato está localizada a Blue Spring, uma fonte de água cristalina (não achei adjetivo melhor pra explicar o quanto a água é transparente), de onde saem aproximadamente 70% de toda água engarrafada da Nova Zelândia! O lugar é perfeito para uma parada, seja pra usar o banheiro do início da trilha, fazer um picnic ou até dar um mergulho caso esteja calor, por que não? Os mais dispostos e com mais tempo podem percorrer a trilha toda de 4.7km.

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Blue Spring

Rotorua

Chegamos em Rotorua por volta das 13h, passamos no Central Backpackers pra deixar as malas e saímos pra cheirar explorar a cidade. Antes paramos pra almoçar no Fat Dog Cafe & Bar (comida boa e preço nem tanto). Rotorua é bem pequena e tem um circuito turístico grátis bastante interessante pra explorar a pé.

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Mapa com o roteiro que fizemos caminhando

Saindo do centro com um mapa na mão seguimos até o Kuirau Park, onde tivemos nosso primeiro contato mais próximo com o famoso cheiro de ovo podre característico de Rotorua. O parque é totalmente aberto e cheio de atividade geotermal dando aquele clima de filme de terror.

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Kuirau Park

Depois de passar pelo parque, caminhamos até Ohinemutu, uma vila maori real, com igreja, escola e pessoas reais morando, nada daquele teatro pra turista ver e pagar caro (não to dizendo que é ruim, mas que é caro é).

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Ohinemutu

Continuamos contornando o Lake Rotorua até chegarmos na Sulphur Bay, uma parte do lago com águas bem esbranquiçadas e um visual bem bonito (com direito até a um arco-íris e pássaros voando). A cor branca é resultado das partículas de enxofre (sulphur) misturadas na água do lado.

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Sulphur Bay

Terminamos nosso passeio no Government Gardens, já de volta ao centro da cidade.

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Government Gardens

Dica NMN: Toda quinta-feira rola um Night Market no centrinho da cidade. Música e comida boa do mundo todo (churros!) a um preço muito justo!

No dia seguinte acordamos cedo para explorar os lagos de Rotorua. Além do Lake Rotorua, existem vários outros lagos que valem a visita. Entre os mais conhecidos estão o Blue Lake, o Green Lake, Lake Okareka, e Lake Tarawera. Estar de carro facilitou bastante pois os lagos não são tão próximos da cidade. No caminho dos lagos também passamos pela Whakarewarewa Forest, ou The Redwoods como é conhecida, outro parque ecológico com trilhas e várias outras atrações.

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Blue Lake

Pra encerrar nosso tour em Rotorua, ainda pela manhã pegamos a estrada em direção a Taupo, mas antes paramos em uma das atrações mais famosas da cidade e a única que fizemos questão de pagar ($32.5), o Wai-O-Tapu. Trata-se de um parque geotermal incrível, cheio de crateras de água quente, poços de lama fervendo e geisers, originados por conta da intensa atividade vulcânica da região. A diversidade de cores dos lagos e a paisagem é algo realmente impressionante e te dá a sensação de estar num lugar único no mundo! Antes de entrar na parte paga do parque ainda é possível assistir um famoso geiser Lady Knox entrando em erupção diariamente as 10:15 am (a erupção é artificialmente provocada porém o efeito é real).

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Champagne Pool, Wai-O-Tapu
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Lady Knox Geyser

Huka Falls

Seguindo viagem para Taupo, pouco antes de entrar na cidade paramos para conhecer a famosa Huka Falls, conhecida por ter uma água “azul filtro do instagram”. Sério, parece que tem corante na água de tão azul que ela é! A queda em si é bem pequena mas o visual é fantástico. A Huka Falls fica bem na beira da estrada pra Taupo e o acesso é super fácil, então mesmo que você não tenha tempo pra fazer as trilhas vale a pena dar uma passada pra conhecer.

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Huka Falls.

Aproveitando que estávamos ali seguimos até Taupo para dar uma olhada no Lake Taupo, almoçamos por ali mesmo e pegamos a estrada de volta para Auckland. Cerca de 3h e meia e já estávamos de volta.

Custo da Viagem

Mas e aí, quanto será que custa uma viagem dessa? Aqui não tem segredo! Vamos as contas:

  • Aluguel do carro (2 dias): $60
  • Combustível: $70
  • Hostel (1 noite quarto duplo): $58
  • Ingresso Wai-O-Tapu (2 pessoas): $65
  • Alimentação: $71

Total: $324 (casal) muito bem pagos!

Se animou pra cair na estrada? Nós não vemos a hora de conseguir mais uma brechinha dessa no calendário!

Mais Fotos:

6 coisas grátis para fazer em Devonport

Do outro lado da baía, bem de frente com o centro de Auckland, está localizado um dos bairros mais charmosos de da cidade. Devonport é o lugar perfeito para morar OU passar uma tarde rs… principalmente se o tempo estiver bom!

Pra começar, se você estiver hospedado na parte central de Auckland, pegue o ferry no Britomart e aproveite a vista que a cidade oferece. A passagem custa 6.50 nzd por trecho e pode ser comprada na hora sem maiores problemas.

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Agora vamos ao que interessa, 7 passeios gratuitos para conhecer esse pedacinho encantador de Auckland.

1. Devonport Beach

Assim que desembarcar em Devonport siga pela direita até Devonport Beach, onde você encontrará também um parque e um gramado bastante agradável. A praia em si não tem nada de especial, além da vista para o centro da cidade, então sugerimos que você continue caminhando pela orla até chegar ao Museu Naval.

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2. Torpedo Bay Navy Museum

O Museu Naval é um bom programa pra quem gosta de fotografia. Repleto de registros históricos, recordações navais e histórias interessantes relacionadas a história da Nova Zelândia. E o melhor, é grátis!

3. North Head

Saindo do museu, vire a direita na Chaltenham Road e a direita na Takarunga Road, e você chegará a North Head, uma montanha vulcânica, que além de oferecer vistas incríveis do skyline de Auckland e da Rangitoto Island, também abriga um antigo armazenamento de armas e túneis subterrâneos abertos para visitação. Para os mais radicais, ainda é possível saltar de paraglider na face norte de North Head.

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4. Chaltenham Beach

Voltando de North Head, pegue a direita para chegar a Chaltenham Beach, considerada uma das mais belas praias do litoral norte de Auckland. Aqui você pode relaxar um pouco apreciando a vista para a Rangitoto Island ou arriscar um mergulho nas águas geladas dessa tranquila praia.

5. Mount Victoria

Voltando em direção ao ferry caminhe até o Mount Victoria, o vulcão mais alto de North Shore com 87m de altura. No alto do monte, além de mais vistas espetaculares da cidade em 360 graus, você encontrará mais armamentos preservados de períodos de guerra.

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6. Victoria Road

Antes de embarcar de volta para o centro de Auckland, aproveite um passeio por essa charmosa rua cheia de cafés, galerias de arte e lojinhas locais,que evidencia toda atmosfera interiorana de Devonport. Tente voltar de ferry próximo ao horário do pôr do sol, a vista vai fazer valer os 6.50 nzd.

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*Dica Extra: Quando for subir no Mount Victoria ou em North Head leve uma caixa de papelão velha e escolha o lugar ideal para a prática do “esquibunda”. (Entenda o porquê do lugar ideal no final do vídeo)

Não foi o bastante pra te convencer? Então dá uma olhada no nesse vídeo e aproveita para se inscrever no nosso canal do YouTube!

ANZAC Day

No dia 25 de Abril fomos prestigiar o evento oficial aqui em Auckland em homenagem ao ANZAC Day.

ANZAC significa Austrália e New Zealand Army Corps e o ANZAC Day a principio é o dia para lembrar a batalha de Gallipoli (Turquia) na primeira Guerra Mundial, em que dezenas de milhares de soldados do ANZAC perderam as suas vidas na tentativa de conquistar Constantinopla (atual Istambul), a capital do Império Otomano, aliado da Alemanha naquele período.
As forças de Austrália e Nova Zelândia pousaram em Gallipoli em 25 de Abril de 1915, encontrando forte resistência por parte dos defensores turcos otomanos. A campanha se arrastou por oito meses. No final de 1915, as forças aliadas evacuaram, depois que ambos os lados sofreram pesadas perdas e suportaram grandes dificuldades. Mais de 8.000 soldados australianos e 3.000 neozelandeses foram mortos.

Curiosidade: A Nova Zelândia foi o país que enviou mais homens per capita para lutar na primeira Guerra Mundial. Mais do que qualquer outra nação!

Após a Segunda Guerra Mundial o Anzac Day tornou-se o dia oficial em que as nações australianas e neozelandesas lembram o sacrifício daqueles que morreram nas duas guerras e em todas as operações militares.

A celebração de 2016 deu inicio na sexta-feira, dia 22 de Abril com a projeção na parte externa do Museu de uma seleção de imagens do período de guerra além de um clipe de um projeto que reuniu descendentes das forças opostas em solidariedade musical sobre os locais onde seus avós e bisavós lutaram há um século.

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Puppy projetada na parede do Auckland Museum

No dia 25 de Abril as aconteceram diversas celebrações mas as duas cerimonias mais importantes foram o que eles chamam de Dawn Service que acontece as 6 am e a Civic Service que começa as 10:30 am. Nós conseguimos assistir toda a emocionante cerimonia da Civic Service, com direito a marcha dos veteranos de guerra com suas famílias e uma demonstração da Força Aérea Real da Nova Zelândia.

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Visitando o Museu de Auckland

Nosso Mundo Novo também é cultura!!! Visitamos o museu de Auckland e vamos contar tudo pra vocês.

O Auckland War Memorial Museum, ou simplesmente Auckland Museum, foi construído no topo de um vulcão adormecido (mais um) no Auckland Domain, o maior e mais importante parque da cidade, bem próximo do centro.

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Auckland War Memorial Museum

O museu é considerado um dos mais importantes memoriais de guerras da Nova Zelândia, destacando a participação dos neozelandeses na Primeira e Segunda Guerra Mundial. Você também encontrará muitas galerias de arte e artefatos Maoris e das Ilhas do Pacífico. Um dos pontos altos do passeio é a galeria dedicada aos vulcões da Nova Zelândia, com direito até a um simulador que detalha os efeitos de uma possível erupção na baía de Auckland.

Além das atrações permanentes, o Auckland Museum também oferece exposições temporárias. Atualmente, uma interativa exposição em homenagem aos 75 anos da Air New Zealand ocupa uma das principais galerias do museu, com destaque para o incrível simulador de realidade virtual. Do lado de fora e totalmente grátis, você ainda pode entrar dentro do cockpit de um boing 737.

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Apertem os cintos!

Mas e o preço, será que vale a pena? A entrada para adultos custa 25 nzd, residentes não pagam desde que sejam portadores do cartão “mymuseum” (mais informações aqui). O preço para visitantes não é barato, porém se você curte esse tipo de passeio vale a pena sim. Além de visitar o museu, aproveite para dar um passeio pelo Domain e aproveite a linda vista do alto do parque.

O museu abre diariamente das 10am as 5pm. Não deixe de visitar o site do museu para conferir todas as atrações disponíveis! E assine nosso canal no YouTube!!!

Mais fotos:

Mount Eden – Auckland

Nosso primeiro passeio turístico em Auckland foi um lugar que está em todas as listas sobre “o que fazer em Auckland”e que para nós estava muito favorável de conhecermos.

Era nosso primeiro fim de semana livre e estávamos hospedados em um Airbnb em Grafton (recomendamos muito!), com duas bikes a nossa disposição. Num dia bem maravilhosinho de Outono com sol + vento frio pegamos as bikes e seguimos até o Mount Eden (2.3 km) .

16 Burton St, Grafton, Auckland 1023 to Mount Eden Domain - Google Maps

Mount Eden (leia “Iden”) é o vulcão mais alto de Auckland, com 196m de altura. A cratera tem 50 metros de profundidade e o acesso pode ser feito a pé ou de bike. Apesar do vulcão estar inativo, não deixa de ser impressionante. O caminho é cansativo porém vale cada suor (não esqueça de levar sua garrafinha de água), e de brinde você ainda ganha uma vista 360 da cidade de Auckland.

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Vista de Auckland a partir do topo do Mount Eden

Dica NMN:  Passe no Wok N Noodle Bar na 61 Normanby Road, peça um takeaway e leve para o Mt Eden para comer assistindo ao por do sol. Ou se preferir, leve sua própria comida.

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